sábado, 2 de agosto de 2014

Ja hoye jay’ (`Whatever comes to pass is all right.’) ~ Sri Anandamayi Ma


"Ja hoye jay "(` O que quer que venha a acontecer está tudo certo.') 

Esta frase lapidar é proferida pela SRI MA com frequência .

Ela está repleta de significado; na verdade, toda uma filosofia de vida está implícita.

Significa que tudo o que acontece está de acordo com a Vontade Divina, e, portanto, igualmente bem-vindos diz SRI MA.

Expressa também a completa ausência de desejo pessoal, a entrega sem reservas à Providência, e a convicção de que nada pode acontecer que não seja , em última instância ,feito pelo Criador. 


Fonte: "Palavras de Shree Shree Anandamayi MA"
http://www.anandamayi.org/books/atmnda.htm

Ás vezes, no meio de um canto devocional tradicional (Ma costumava cantá-los com uma maneira excepcionalmente rica ao pronunciar os nomes de Deus), ela começava a rir - e continuava com esse riso por longos períodos, como se quisesse dizer:  "Não se preocupe - Seja feliz! ".

 " Ja hoye jay "foi o mais freqüente de seus aforismos ; isso significa, com efeito, "Vamos !! aconteça o que acontecer, tudo está bem, maravilhosamente tudo  faz parte do jogo  inteligente e  benevolente de Deus."

fonte :http://www.saieditor.com/stars/ma.html

sábado, 19 de julho de 2014

Twameva Mantra

                                                   

                                                             Twameva Mantra 



Twameva Mata, Chapita Twameva.
        Twameva Bandhu, Cha Sakha Twameva.
     Twameva Vidya, Dravinum Twameva. 
 Twameva Sarvam Mama Deva Deva.

Ó Deus, Você é minha mãe, meu pai, meu irmão e meu amigo.
Você é o meu conhecimento e a minha única riqueza.
Você é tudo para mim, e Deus de todos os Deuses.

Este mantra é geralmente recitado no final de uma sessão de oração, meditação ou função religiosa.Aqui o devoto se rende sua individualidade ao Senhor por Sua graça.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

O Templo de Deus


                              O Templo de Deus

O templo de Deus está no interior da alma.
 Entre nessa quietude e sente-se, meditando,
com a vela da intenção queimando no altar.
Não há desassossego,
não há busca, nem tensão, ali.
Entre no interior da solitude.

O lugar mais amado por Deus
é o templo interior de silêncio e paz de Seus devotos.
Sempre que você entrar aqui, neste lindo templo,
deixe a inquietude e as preocupações para trás.
Se não se despojar delas,
Deus não poderá vir a você.

Não precisamos fugir para a floresta para buscá-Lo.
Podemos encontrá-Lo diariamente
nesta floresta de vida cotidiana,
na gruta do silêncio interior.

Paramahansa Yogananda

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Bindi ( maquiagem indiana )


                        Bindi (maquiagem indiana)

Bindi é um apetrecho utilizado no centro da testa, próximo às sobrancelhas, na Ásia Meridional. Pode ser uma pequena quantidade de tinta aplicada no local ou uma joia.

O Sagrado Ponto bindi ou (também conhecido como Kumkum, mangalya, tilak, sindhoorentre vários outros nomes) é uma maquiagem utilizada na testa pelas mulheres indianas.


 O termo é derivado da palavra Bindu, que em Sânscrito significa ponto. 

Normalmente é um ponto vermelho feito com Vermilion (sulfato de mercúrio vermelho brilhante finamente pulverizado). 

Considerado o símbolo sagrado de Uma ou Parvati, o bindi simboliza a força feminina (shakti) é acredita-se que proteja as mulheres e seus maridos.

No entanto, ainda na India antiga, o Bindi era apenas uma pedra encaixada em um pequeno orifício que deveria existir desde o nascimento, por questões genéticas isso não era muito comum. 

A fim de também obterem proteção, outras mulheres passaram a pintar e confeccionar seu próprio "terceiro olho".

 Mas ainda preservavam algumas tradições, como serem casadas, serem hindu e usar somente as formas ortodoxas do bindi. 

Com a banalização da tradição indiana, muito mais do que um artigo religioso, o bindi passou a ser um item decorativo.

Tradicionalmente um símbolo de casamento (por isso as viúvas não utilizavam), hoje é utilizado por mulheres solteiras e também por mulheres de outras religiões. 

Atualmente não se restringe mais a cores e formas específicas, os bindis são vistos em várias cores e formatos e são feitos com adesivos e feltros.

Poucos indianos possuem o "encaixe" original (genético) do bindi ainda hoje. 

Porém, estes são vistos como pré-dispostos com mais intensidade para a clarividência.

 De forma que o bindi "ajudaria" e/ou daria um "poder" maior a estas pessoas.

Acredita-se ainda que as odaliscas usavam o Bindi porque acreditavam que esse Terceiro Olho ajudaria na sedução.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Japamala - o que é e como utilizá-lo


                        O que é uma japamala?

“Japa” é uma palavra sânscrita que tem como raiz “jap“, que significa “murmurar, sussurrar”. “Japa” significa “repetição” e caracteriza também a prática yogi para a repetir palavras sagradas, murmurando-as ou sussurrando-as.


A palavra “Mala” também é de origem sânscrita e significa “corrente” ou “cordão”.

 O Mala representa a realidade interna. 

Quando as contas são transparentes, o Mala é visível, se não são, de qualquer maneira, você sabe que ali passa um cordão que mantém as contas unidas.

Assim, “Japamala” tem como significado a repetição de mantras, escrituras sagradas ou nome de divindades, formando uma corrente de energia. 

É também o nome dado ao colar de contas utilizado para auxílio a esta prática.

                  Quem utiliza o Japamala?

Esses colares estão nas mãos de pessoas em tudo mundo, como um instrumento de oração ou como instrumento para a técnica de concentração e meditação, auxiliando o homem na sua busca pela espiritualidade.

Vejamos alguns exemplos de religiões e filosofias que utilizam colares semelhante ao “japamala”:

Para budistas tibetanos o mala é elemento religioso de destaque, ajudando a limpar a mente . 

Para eles a repetição desses sons sagrados, ajuda abrir o coração para o amor e a compaixão.

Os católicos utilizam o rosário ou “terço” para fazer as orações. O rosário possui 50 contas separadas de dez em dez por outra conta maior, e seus extremos se unem em uma cruz. Somando 54.contas.

Na umbanda e no camdomblé , as contas são feitas de pedras ou materiais naturais, e cada pessoa tem o seu rosário particular, condicionado com as cores correspondentes ao nível de desenvolvimento espiritual e à vibração energética. 

 Segundo eles, servem para proteger e manter boas energias.

No sufismo e islamismo,o tasbi, como é conhecido o rosário mulçumano, pode ser feito de madeira, madrepérola, metais e pedras preciosas, com ricos significados dentro da astrologia islâmica, contem 99 ou 33 contas.

O Japamala é utilizado para contar mantras em grupos de 108 repetições. Um Mala pode conter contas que somem múltiplos de 108, de modo que facilitem o cálculo do número total de 108 repetições. 

Por exemplo, as pulseiras usadas para este fim possuem 27 contas, existem também malas com 54 contas.

Por que o número 108?

O número “108” é considerado um número sagrado, por diversas razões matemáticas, físicas e metafísicas. 

Para se ter uma ideia, este número é produto de operações matemática simples e precisas. 

Por exempo, ao se multiplicar 1 elevado a ele mesmo por 2 elevado à 2ª e por 3 elevado à 3ª o resultado é 1 x 4 x 27 = 108. 

O alfabeto sânscrito possui 54 letras ou fonemas masculinos e 54 que são chamados femininos, resultando em 108 fonemas. 

O número nove é considerado um número sagrado para os Hindus, 1 + 0 + 8 = 9. O “108″ também aparece como a representação do chakra cardíaco; no Shri Yantra; nos textos védicos, onde 108 é o número em que se divide o tempo entre passado, presente e futuro; na astrologia, com seu 9 planetas e 12 casas ( 9×12 =108); na astronomia, que mede o diâmetro do Sol como sendo 108 vezes o diâmetro da Terra. 

E ainda 108 são o número de Gopis de Krishna, 108 são os Upanisades, 108 são o número de contas do japamala e poderia citar ainda muito mais sobre o número 108.

                    Para que utilizá-lo?

O Japamala auxilia na prática da concentração agindo como um ponto de apoio. 

Ele não irá impedir que você disperse, pois isso é próprio do estado de agitação da mente, mas ele faz com que se lembre do que está fazendo e volte o seu foco para a concentração.

 Além disso, quanto mais você usá-lo para recitar mantras de sua escolha, mais ele se impregnará dessas e da sua energia e se tornará um objeto sagrado, podendo inclusive conferir-lhe proteção.


Seja de qual for o tipo o Japamala, o que importa é utilizá-lo com disciplina para ajudá-lo a tranqüilizar a sua mente e transformar a palavra ou frase repetida em um mantra de realização para você. 

Quanto mais repetições fizer, mais energia agregada terá.


Alem disso, o Japamala pode ajudá-lo a tirar a tensão, a ansiedade, o medo e levará você a atingir níveis mais altos de consciência e realização espiritual.

                     Como utilizar


As palavras escolhidas devem ter caráter puro e positivo, como por exemplo: paz, luz, saúde, prosperidade, consciência, discernimento, paciência etc.

 Também são utilizados bijas mantras ( sons que harmonizam) os chakras ( centros de captação, armazenamento e distribuição de energia ): OM, HAM, YAM, RAM, VAM, LAM, juntos ou separadamente. 

E podem ser também utilizados mantras e orações conhecidos de religiões e filosofias, pois em sua essência, todas desejam o bem e a prosperidade do homem em todos os sentidos.


Segura-se o Japamala com a mão direita ou esquerda, indiferentemente, mantendo-se os dedos mínimo, anular e médio unidos, com o rosário apoiado sobre o dedo médio.


O dedo polegar irá puxar as contas para a direção do corpo, uma para cada mantra ou palavra mentalizada ou pronunciada. 


Explicando melhor, segure a primeira conta entre o polegar e o dedo médio e faça a recitação para esta conta, passe para a segunda, repita o mantra, passe à terceira e assim por diante até completar as 108 contas.

Os Japamalas possuem a 109ª conta, ela costuma ser maior e diferente das demais. Essa conta chama-se Guru ou Meru. 

É importante não “pular ou passar por cima” dessa conta principal. 

Ela representa a Energia Cósmica, a divindade ou o seu objetivo. 

Chegando-se nela, reinicia-se a contagem virando o mala. Você pode continuar as repetições, quantas vezes quiser, mas sempre que chegar na conta principal deve-se retornar e jamais passar por cima dela.

                 Como cuidar do japamala?

1. Uma das primeiras coisas que se deve fazer ao adquirir um Japamala é lavá-lo com água e sal, para limpar a energia estagnada no material.

2. Algumas tradições orientais utilizam o mala ao redor do pescoço, retirando-o somente para as práticas, banho e para dormir.

 Outras tradições utilizam somente para praticar, utilizando outras formas de adornos para identificação da tradição. 

Outras ainda pregam que o praticante não deverá levar o seu Japamala para a rua, nem mesmo dentro de um saquinho. 

Faça-o como preferir ou de acordo com a tradição ou filosofia que segue.

3. Lembre-se de que quanto mais você utilizar o Japamala cada vez mais ele será imantando com sua própria energia. 

Obviamente, concentrando-se com ele, tê-lo só no pescoço ou no saquinho não vale. 

Utilizando de modo apropriado, ele chegará a se converter em poderoso amuleto, ou talismã, que lhe trará sorte, saúde, proteção, prosperidade, felicidade, consciência e realização espiritual.

sábado, 10 de agosto de 2013

Yogananda




Doenças físicas ou mentais renitentes têm sempre uma raiz profunda no subconsciente. 


 A doença poderá ser curada arrancando-se essas raízes escondidas. 

É por isso que todas as afirmações da mente consciente devem ser suficientemente impressivas para permear o subconsciente, o qual, de volta, automaticamente influencia a mente consciente.

 Fortes afirmações conscientes então reagem sobre a mente e o corpo através da mediação do subconsciente. 

Afirmações ainda mais fortes alcançam não somente o subconsciente, mas também a mente superconsciente - o depósito mágico dos poderes miraculosos.

Paramahansa Yogananda
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